Como atender as mulheres após a faculdade

Uma vez que você está confortável com atender a uma faculdade, poderá decidir se é o ambiente certo para você ou você pode decidir continuar a sua educação em um lugar diferente. Em grande medida, qual escola você frequenta será baseado em sua localização e os laços com a comunidade, ou em seu interesse em mudar de cidade. Conhecida como Maria Soldado, é outro nome conhecido entre as mulheres que participaram da Revolução de 32. Negra, nascida em Limeira, alistou-se como enfermeira voluntária, mas logo passou ... Contudo, embora nossa amostra seja de mulheres apenas no menacme, nossos dados estão consoantes com a literatura, que demonstram prejuízo na QV em mulheres de meia idade (50-59 anos) 25 e melhora da QV após tratamento fisioterápico naquelas com média de idade de 47 (23-77) 20 e 49,5 (±10,6) anos 8. 3.4 Eliminação da discriminação no acesso a serviços de saúde – como atender às necessidades específicas 32 de determinadas populações 3.4.1 Adolescentes (menos de 18 anos de idade) 33 3.4.2Estado civil 34 3.4.3Encarceramento 35 6.FRATERNIDADES – Existem as Sororities (para mulheres) & Fraternities (para homens) e é que nem nos filmes mesmo. Eles fazem tudo juntos, usam as roupas com as letras greeks correspondentes, moram na mesma casa ou no mesmo Residence Hall, cantam umas músicas secretas. Eles se ajudam entre si, durante a faculdade e fora. ela, a Secretaria de Políticas para Mulheres publicou, em 2011, a Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres (BRASIL, 2011). Dois aspectos são importantes para a vio-lência ser entendida como pertencente ao campo da saúde: a ampliação do conceito de saúde, que considera qualquer agravo e Foi possível entender que o princípio do cuidado de si para as mulheres tomou a forma de uma atitude, desenvolvida em práticas que foram refletidas e ensinadas como um processo contínuo após ... A faculdade lançou a Escola de Mulheres da Nova Era para atender à demanda por educação na cultura tradicional chinesa, para ajudar mulheres a competir no mercado de trabalho, contou Sheng Jie ... Assim como no primário, muitas garotas estão mega ansiosas para o começo das aulas em Março. Motivo? O primeiro dia na tão sonhada faculdade. Pois é, quem estudou e conseguiu entrar esse ano já pode ir planejando como serão as primeiras horas junto com os novos colegas de classe e professores. Pra dar aquela força nesse momento tão especial, resolvi atender o pedido de muitas ... Conhecer as mulheres da enfermagem que fizeram história nos cuidados ao paciente é uma inspiração para muitos estudantes que almejam uma carreira bem reconhecida no mercado de trabalho.. Além disso, é importante conhecer as personalidades que modificaram a forma de lidar com os pacientes, refutaram procedimentos tradicionais, desenvolveram técnicas de cuidados mais apropriadas, dentre ...

São tantos problemas e preciso de ajuda!

2020.09.26 18:45 Trevisano São tantos problemas e preciso de ajuda!

Eu nem sei como começar a escrever isso... Mas tenho tantos problemas e obrigações que devo cumprir que sinto que cada dia que se passa o peso na minha costa apenas aumenta.
Meu avô (83 anos) é idoso e a mulher com que ele casou (60 anos ou algo muito próximo dessa idade) após o falecimento de minha avó. Ela é manipuladora, rude, não tem nenhum tato pra conversar, não importa o que eu faça ou deixe de fazer torna insuficiente.
- "Na sua idade eu ja..."
Poxa eu não quero ser igual a ela, e muito menos me serve de espelho. Sei que tenho meus defeitos mas basicamente sinto-me bem, após a terapia e no mesmo dia ou alguns dias seguintes vem uma enxurrada de criticas, chega até parecer que a terapia não surge efeito algum.
Minha mãe alguns problemas mentais e se recusa a cumprir ao tratamento dela, eu tento ajudar e fazer o que posso (sou estudante de psicologia) minha família( e quando digo familia digo quero dizer tios(as) primas(os) e aquela coisa de família grande, sabem!?) e por isso tenho a OBRIGAÇÃO de conseguir muda-la antes de tudo é falta de ética profissional utilizar nossos conhecimentos para manipular outras pessoas e não tem como analisar alguém que conhecemos pois tem sentimento envolvido e outras informações que temos, enfim, tudo tão complexo ( ao meu ver pelo menos)Talvez esse site ajude a entender o que quero dizerE vou precisar administrar tudo que meu avô me deixar todos os bens, e sozinho sinto que não vou conseguir. É tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo que sinto que vou chegar uma hora e simplesmente desistir de tudo
Estou usando a pornografia como uma válvula de escape pra tentar me livrar um pouco dessas cobranças que eu sinto, e estou me masturbando todos os dias sem exceções. As vezes acabo mutando as lives da faculdade para me masturbar (sempre estou com câmera desligada sempre). Como se não bastasse eu ter todos esses problemas e os meus internos agora viciado em pornografia (o cérebro associa no meu caso o ato de assistir os videos pornô a masturbação e cria essa conexão que é comparado ao vicio da droga pela descarga de dopamina [hormônio da felicidade/recompensa] no corpo)Junto com o problema da pornografia sinto como se tive-se um pênis pequeno, e se você esta se perguntando se eu já medição, a resposta é sim eu fiz isso 14cm e uns 'quebrados' e a circunferência é algo parecido é em torno de uns 12cm (que está na média do padrão brasileiro que se não me engano é entre 13 a 15cm e de circunferência deve ser 10 a 12cm) em relação aos outros ou aquela necessidade que a sociedade machista impõe dos homens se provarem viris e todo aquele esteriótipo invetado do 'macho alfa'. Pois sei que não existe macho alfa, não somos lobos pra ter um 'líder'
E sempre penso nas minhas poucas experiencias sexuais que eu não tive um 'desempenho' que imaginava pois acabei broxando por razões de ansiedade e medo de não obter uma performance projetado pelo outro (a) e por mim mesmo
Nas duas ultimas semanas venho tendo pensamentos suicidários e é sério não sei se vou aguentar tudo isso, já estou no meu limite de tudo isso, meu medo é acabar me suicidando e acabar decepcionando meus familiares com esse fato. O ato consumado do suicídio é um ato covarde? ou corajoso?Ah ja liguei para o CVV (188) algumas vezes meio que não me ajudou muito..E sabe o que é mais engraçado um aniversario de psicologia com problemas de ansiedade, e tendo pensamento suicidas, e eu sei como melhoras mas me sinto atolado e como se tivesse andando em círculos..
Bom gostaria de conselhos ou ajuda para pelo menos minimizar alguns desses problemas, por favor peço apenas que antes de responder algo tenha tato, tenha cuidado
Essa mulher manipuladora;
Mãe com problemas mentais;
Cuidar dos bens materiais deixado como herança;
Vício em pornografia;
Complexado com o tamanho do pênis;
'Broxa'
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2019.09.23 16:34 thetaicy A Sogra e o Incesto Emocional

Até procurei, mas não encontrei nenhum desabafo por aqui a respeito para que eu pudesse colher alguns conselhos sobre como lidar com toda essa situação. Casei com meu melhor amigo a 1 ano e 6 meses e desde então nossa amizade e todo o nosso relacionamento tem se deteriorado dia após dia, por um motivo "a mãe dele", nossa amizade tem cerca de 12 anos, quando eramos apenas amigos, nunca tivemos muito contato com os pais um do outro, mas ai rolou um lance, começamos a namorar e começamos a ter mais a presença da família em nosso relacionamento.
A princípio, achei a mãe dele uma mulher muito na dela, calada, mal puxava assunto comigo, mas respeitava, achava que era apenas o "jeito dela", sempre achei estranho ela nunca me convidar para visitar, almoçar ou qualquer coisa.
Em resumo, nos casamos, fomos morar numa casa que meu esposo havia construído por insistência do pai no terreno de trás da casa da minha sogra. Quero deixar claro que não foi nossa decisão construir lá, ele já construía lá antes mesmo da gente se conhecer, sempre quis ter independência, um cantinho para chamar de seu, mas por ser muito caro os lotes na região e já esta acostumado a morar praticamente no centro da cidade, acabou cedendo ao pai e construindo no terreno dos fundos, quando ficamos noivo, só tive que ajudar com os acabamentos e mobilhei a casa toda.
Sempre conversei muito abertamente com ele, sobre como seria morar lá, se os pais iriam se intrometer (ouvimos várias histórias por ai né) e ele sempre disse que não, que os pais eram muito tranquilos e acreditei, até porque quase não trocavam um "a" comigo, mas, desde que casei a convivência próxima tem minado nosso relacionamento, a mãe dele começou a se manifestar logo em nossa lua de mel, estávamos de viagem e ela ligava para ele TODOS OS DIAS, até que um dia ele colocou no viva voz para atender, pois estava no banho e ouvi a conversa, ela exigia que ele voltasse logo, pois o pai dele havia ido para uma casa que eles tem em outra cidade e o irmão também, mas ela não gosta de lá e não foi e estava sozinha e ele "sabia que ela odeia ficar sozinha, então ele deveria voltar logo para ficar com ela".
Veja amigos, a minha sogra não é nenhuma idosa, ela tem apenas 50 anos de idade, sempre teve uma condição de vida boa, estudou em escolhas particulares, tem faculdade, trabalha por conta própria, teria tudo para ser uma mulher independente, só que não, a partir desse dia comecei a enxergar vários comportamentos estranhos nela. Voltamos da lua de mel e ela exigia que ele fosse todos os dias tomar o café da tarde com ela, exigia que ele a levasse e a buscasse dos lugares, ele praticamente exercia todo o papel que o pai dele deveria exercer na vida dessa senhora, ouvindo-a, consolando-a e estando lá o tempo todo, enquanto eu ficava em casa sozinha, parecendo que estava dividindo o apê com um coleguinha de faculdade, no lugar de estar em um casamento.
Então tivemos a nossa primeira briga, e eu expus o quanto aquilo estava me fazendo mal, eu me sentia abandonada, nos mal saíamos, mas ele passeava com a mãe todas as tardes (ele chega antes de mim do trabalho), quando eu chegava do trabalho, ele ainda não havia retornado, quando conversei e expus meu lado, ele pareceu entender e concordou que a mãe dele o sobrecarregava, e que ela fazia isso desde que ele era criança, pois em um período o pai dele morou fora a trabalho, então ele teve que tomar a responsabilidade como "homem da casa" e mesmo quando o pai dele retornou, a mãe dele continuou colocando ele nesse papel de provedor (no inicio do casamento ele queria bancar as contas da casa dos pais, que são saudáveis e trabalham) e exigia dele responsabilidades de um marido, fui conhecendo um lado dele do qual ele nunca me expôs, mesmo com a nossa amizade, um lado obscuro cheio de chantagens, e abusos psicologicos pela parte dela. Tivemos vários problemas sexuais no inicio por conta desses abusos, nossa vida sexual antes de casarmos era otima, a partir do momento que fomos morar lá, ele simplesmente "não conseguia" (a mãe dele é aquelas beatas de igreja, desde criança fez terror psicologico que se ele tocasse alguma menina ou se masturbasse iria para o inferno e esse tipo de coisa), ele dizia que sentia como se a mãe dele tivesse observando ele o tempo todo, como se ela fosse chamar naquele momento, como se fazer aquilo ali fosse muito errado.
Com o tempo e muita conversa essa parte melhorou consideravelmente, mas nunca nos recuperamos 100%, hoje ele já consegue impor alguns limites a mãe, mas que ainda faz jogos psicológicos, e quando ele não vai lá, ela fica gritando em frente a nossa casa sem parar (já contei 12x em um dia), eu sei que o melhor para nós seriamos sairmos de lá, só que isso ele ainda não concorda, ainda acha que tem o dever moral de ficar para cuidar dos pais na velhice, só que essa proximidade toda tem me deixado extremamente doente, desenvolvi Ansiedade Generalizada e Depressão, hoje estou a base de antidepressivo, nossa amizade nunca mais foi a mesma, sinto como se ela, tivesse roubado toda nossa alegria do inicio do casamento, tivesse roubado nossa lua de mel, tivesse roubado uma parte considerável das nossas vidas e eu não sei mais o que fazer para ajuda-lo, pois sei que esta sofrendo com isso tanto quanto eu.
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2019.01.11 15:41 Dimitri_Vladvostok O caçador de segredos [longo e bastante amador]

Eu quero fazer uma confissão. Não tenho ninguém que seja elegível a ouvir o que tenho a dizer, por isso vou jogar esse relato no confins da internet anônima antes que eu finalmente deixe de existir...o que não é de tudo ruim.
Tenho um dom, algo que você já deve ter visto ou ouvido falar de alguma forma similar, e provavelmente era falso. Mas comigo é verdade, infelizmente. Sabe aquele negócio de enxergar as ‘’auras’’ das pessoas? Pois então, eu não vejo auras, mas as ‘’camadas’’ delas. Vou explicar melhor. Cada pessoa tem suas ‘’informações’’ guardadas dentro dela. Essas informações são sua história de vida, fraquezas, qualidades, gostos, desgostos, segredos, memórias, sentimentos, etc. Cada uma dessas informações tem um certo grau de confidencialidade, e são divididas entre camadas, onde as coisas mais superficiais e ‘’visíveis’’ ficam na camada mais externa, e os segredos e características mais profundas ficam nas camadas internas. ‘’Pessoas são como cebolas’’ é o que costumo dizer, graças a isso.
Durante a vida conhecemos uma quantidade incontável de pessoas, e cada uma delas sabem uma certa quantidade sobre você, e vice versa. Cada uma sabe até uma certa camada da sua pessoa, e você, conhece diferentes camadas de diferentes pessoas, geralmente quanto mais próximo, mais profundo. A questão é que consigo ver isso no mundo real, de forma telegrafada, (agora que domino essa habilidade) no momento que quiser. Mas não pense que isso é algo bom não, é exatamente por causa disso que estou escrevendo esse texto, e contando o que aconteceu.
Desde que comecei a sair da adolescência e entrar para a vida adulta tive muito empenho em ajudar os outros e ser gentil, me faz me sentir útil aos outros, mais vivo. Talvez porque nunca experimentei esses valores durante a infância, mas isso não vem ao caso. É um episódio que ficou para trás, e não vou desenterrar ele. Graças a essa boa atitude, conheci muita gente, e lentamente graças a algumas dessas pessoas fui perdendo minha timidez. Me tornei um bom ouvinte, aprendi a conversar e ser uma pessoa mais adorável de se ter perto. Li vários livros sobre esse tema, e a coisa mais importante que aprendi foi que a coisa que todo ser humano mais anseia é a apreciação. Todo mundo quer ser apreciado, ouvido, gostado pelos outros. A sensação de ser importante é como uma droga, e nós alimentamos os outros com ela por meio de conversa e linguagem corporal. Existem diversos pequenos sinais (visíveis e subconscientes) que lhe mostram que alguém está interessado no que você está dizendo ou fazendo, sendo um ouvinte ativo, pela postura amistosa e interessada, no olhar.
Por entender isso, passei a virar parceiro de conversa de muita gente. Muitas vezes falava com alguém que considerava somente um mero colega, aquele que você se dá bem mas não para chamar no aniversário, e essa pessoa começa a contar sobre sua vida ou algum problema, algo pessoal. Então eu entro em um estado de ‘’woah porque ele tá falando isso?’’ e tento meu melhor para ajudar.
Quando completei meus 18 anos algo mudou, um dia qualquer eu acordei com a visão toda embaçada, pensei ter ficado parcialmente cego ou algo do tipo, depois de um certo pânico tudo voltou ao normal. Mas eu estava sozinho em casa aquele dia, minha família havia ido viajar a negócios e só voltava no fim de semana. Nessas horas meu contato humano é bem escasso, gosto de ficar em casa sozinho fazendo tudo que dá na telha, com o silêncio e somente os sons que eu mesmo produzo. Quando saí na rua, já estava vendo as pessoas daquela forma: No peito de cada um havia um círculo, como se estivesse pintado em seu corpo. Claro que inicialmente foi um choque, apesar de ler um pouco sobre misticismo e pessoas com ‘’dons’’ não levava isso completamente a sério. Saí na rua e comecei a observar as pessoas, e todas tinham esse padrão. Até que encontrei um amigo no caminho, e ele era diferente. Haviam três círculos, cada um após o anterior um pouco mais para dentro e menor. Fiquei olhando pra aquilo feito um bobo a ponto de nem me lembrar de cumprimenta-lo, até que voltei a realidade quando o mesmo me chamou alegremente para dar oi. Voltei pra casa, pesquisei sobre isso, nada. Nem nos fóruns mais malucos onde lunáticos claramente inventam superpoderes e acontecimentos havia algo sequer similar a isso.
Dias depois, quando encontrei meus pais, notei que eles tinham também esses círculos, mas ainda mais que o meu amigo, e mais profundos. Como não sou tão bobo, finalmente percebi a lógica disso. Eram pessoas mais próximas, comecei a comparar a quantidade dos círculos de cada um com coisas sobre eles, até que cheguei no ponto: Grau de conhecimento sobre a pessoa.
Depois de meses aceitando e até mesmo ignorando esse curioso caso que agora afetava minha vida, tentei achar alguma utilidade boa para isso. Comecei a participar de comunidades de ajuda, prevenção ao suicídio, coisas assim. Na minha cabeça, se eu tivesse essa vantagem de saber o quanto eu já sabia sobre cada pessoa que estava em um caso perigoso, junto com minha tendência a ajudar e conversar bem, poderia lidar melhor com cada um se baseando nessa margem. Se eu já enxergasse fulano com vários círculos depois de algumas conversas, saberia que tenho bastante informação para trabalhar, e poderia ajudar e dar conselhos com base no que sabia, porque era tudo verdade. Como uma ‘’confirmação’’ de que estava tudo certo.
Tudo ia muito bem, me convenci de que isso era mais uma bênção que só um evento aleatório. Até que involuntariamente comecei a usar isso na minha vida. Nos meus amigos. Nos meus parentes. Havia essa amiga, Vamos chama-la de Ms. Ms e eu éramos amigos de um bom tempo já, conversámos muito e se dávamos incrivelmente bem. Depois que ganhei esses olhos (É como passei a chamar minha habilidade), percebi que ela tinha 3 camadas. Fiquei contente até, como já disse antes, foi uma confirmação de quão ‘’confiável’’ eu era.
Não.
3 camadas, pelo que observei com o tempo, é o nível ‘’amigo’’. Na vida, 95% das pessoas com quem você faz amizade serão amigos, e somente 5% serão os amigos mesmo. Aquelas pessoas com quem você pensa em chamar e conversar, que você vai além do small talk ou de conversa oportuna em um momento social, aquela pessoa que você confia. Esses são os 5%.Sinceramente, nunca tivesse interesse algum em pessoas que não fossem dos cinco. É como se elas só enchessem um vazio que precisava ser preenchido porque a sociedade manda você ter muita gente e interagir o tempo todo. É como se tudo que fizesse com essas pessoas fosse artificial, mais como um trabalho que como algo genuíno e voluntário. Acontece que, eu considerava Ms. Uma pessoa do grupo de amigões, baseado em vários dias e conversas pessoais, etc. Nos entendíamos, assim como era com algumas outras poucas pessoas, que ao contrário dela, tinham mais camadas. Toda vez que aparentemente atingíamos um nível diferente, seja falando sobre um problema ou história, pessoalmente, nada mudava. Eu ainda enxergava as 3 camadas.
Confesso que tenho um certo vício nisso. Em ser apreciado, confiado, importante. Agora, percebo que grande parte das coisas que eu fazia eram pela recompensa, onde eu no fundo não dava a mínima para a pessoa em si, só pela sensação, a gratidão. E enquanto por um lado isso não faz diferença para a pessoa, pois tecnicamente ainda sou algo positivo para elas ajudando, o caso muda quando sinto que perco essa importância. A complacência imediata para o que der e vier se converte lentamente em apatia, pois sendo franco, aquele indivíduo não me servia mais.
Com o tempo isso começou a acontecer com Ms, pois fiquei cheio de nada nunca acontecer, e esse mistério de aparentemente estarmos bem mas meus olhos dizerem o contrário. Mas deixamos essa história de lado por enquanto.
Graças aos olhos, também comecei a detectar mentiras ou irregularidades nas pessoas quando conversávamos. Em algumas ocasiões, em algum momento quando me falavam algo mais pessoal, considerado uma camada mais funda que o normal, nada mudava. Eu metodicamente categorizei cada tipo de informação de acordo com seu grau de camada visível, baseado em quando tal informação foi contada e a mudança imediata de camada na pessoa. E por causa disso, segundo o padrão, nessas situações seus círculos deveriam imediatamente aprofundar em um nível, pois havíamos atingido uma nova fase. Mas não, não acontecia. Então ou era mentira, ou irrelevante. Mas aí é que está! Ela contava como se fosse algo importante. O que indicava segundas intenções, e quase nunca estive errado sobre isso.
Meu pai. Ele só tinha quatro camadas. Isso significa conhecimento sobre gostos e hábitos, e opiniões. Mas isso é superficial, não pode ser o máximo que você tem com seus pais. Deus, eu tinha amigos dos 95 mais profundos que ele! Comecei a me questionar se era porque mentia muito para mim (ou nós, como família) ou se simplesmente não falava nada mesmo. Comecei a puxar assunto com o velho, querer saber das coisas, virar ‘’amigo’’ mesmo dele. Nada. Certo dia, enquanto ficávamos sentados na varanda tomando café e conversando, tentei me puxar para as histórias de família, infância, até conhecer minha mãe, etc. E ele falou bastante coisa, a maioria eu já sabia, mas absolutamente nada aconteceu. Eu queria saber o que havia de errado com ele. Eu queria saber o que me levaria a chegar mais fundo nele. E eu nunca percebi o quanto errado eu estava agindo, como não me importava com ninguém, como minhas buscas eram egoístas e sem empatia pelos outros. Decidi olhar seu celular, o bobão usava a mesma senha para absolutamente tudo. Entrei no seu e-mail, abri seu whatsapp até as primeiras conversas do telefone, Messenger, tudo. Ele falava com muita gente. A grande maioria eu não faço ideia de quem sejam. Descobri que ele tem aquele hábito de tiozão grotesco que mexe no facebook, fica indo em privado de mulheres novas e atraentes, falando aquelas frases horríveis de cantada como se fosse um iludido galanteador dos anos 90. Minha espinha doía lendo aquela vergonha alheia, nem cheguei a pensar na parte de isso de certa forma ser traição.
‘’Como está o garoto?’’‘’Passou direto, esperto como o pai’’
‘’ainda bem que ele puxou a cabeça, não a cara! Hahahha’’
‘’enfim, quando você vem ver ele?’’
O desgraçado tinha outra família escondido. Eu não faço ideia como, vasculhei um pouco o perfil dessa mulher e aparentemente o filho dela tem uns 7 anos. Isso significa que foi durante o casamento, na metade dele, na verdade. Eu só queria ver ele pessoalmente naquela hora. Eu queria contar camada por camada, quantas haviam surgido naquele filho da puta. SETE. SETE. Ele achou que eu estava drogado quando comecei a olhar para o peito dele e contar em voz alta, olhos arregalados e uma cara de maníaco, até ir para o quarto. Aquilo era extremamente bem escondido e pessoal. Se fosse um mal entendido não poderia passar de sei lá, cinco. Mas não, Sete camadas. Eu havia acertado seu ponto fraco, e iria fazer bom uso dele.
Depois de muito tempo isolado com meus pensamentos de o que diabos eu iria fazer, comecei a revirar minhas memórias, analisar a tabela de camadas e como nada ali batia, como tudo provavelmente era mentira ou irrelevante, comparado a tudo que ocorria por baixo dos panos.Lembrei das vezes que os dois discutiam, e um certo evento se destacou dos outros. Enquanto o pai berrava sobre algum motivo de discussão imbecilmente aleatório como de costume, minha mãe, mais exaltada que o normal, solta ‘’Vai voltar a fazer igual antes? Tu começa de novo que vai direto para a cadeia’’. Eu não estava exatamente no local, para ser sincero estava no meu quarto, jogando, pouco me fodendo para ambos. Aquilo deu um click na minha cabeça, eu queria cavar mais a fundo isso. Então meu alvo era a mãe. Resumindo a história, ele tinha o excelente hábito de agredir. Principalmente quando bebia, algo que acontecia quando as vendas não iam bem.
Eu denunciei ele. O miserável me expulsou de casa antes de ir preso, obviamente. Arrumei um teto graças a alguns amigos e estava me virando, valeu a pena. Fiz testemunho, disse o que ouvi, forcei ela a dizer a verdade. Não foi difícil, mãe nunca foi a pessoa com grande QI. Na verdade eu estava fazendo um favor a ela se livrando desse lixo humano. Mas não, não estava pronto ainda. Eu conhecia alguém que estava preso por aqui também. O cara foi uma das pessoas que ‘’ajudei’’ nos tempos sombrios nos grupos de ajuda. Ele era um drogado, roubava qualquer pessoa sem dar a mínima, e para não ter peso na consciência, visitava o centro para contar que ‘’errou’’ e se arrependia. Pra mim era só uma desculpa para não se sentir um completo filho da puta, o que é ainda mais egoísta que roubar. Enfim, acontece que ele se dava muito bem comigo, afinal ele só queria algúem para ouvir suas lamentações e ir embora antes da polícia aparecer (não que eu tenha alguma vez chamado).
Como ele terminou preso? Foi pego, obviamente. Mas teve a feliz ideia de tentar bater no policial para fugir, e obviamente piorou mais ainda. Acontece que esse cidadão e meu velho iriam ficar temporariamente presos juntos, quem diria? Eu fui visitar esse velho amigo, dar umas risadas e tirar ele um pouco desse ambiente decadente sem esperança. E claro, pedir um favor. Contei para ele tudo que meu pai fez, com alguns comoventes detalhes, e conforme ele ia se identificando com a situação e falando que passou por algo parecido. Opa, mais uma camada! Fui moldando a história para ficar mais coincidente com a dele, afinal vale tudo para se ter apreciação e lealdade. Disse para ele dar uma surra no velho. Era o que eu mais queria fazer mas não era capaz. Ele disse para não se preocupar, a ‘’vida’’ iria dar o troco. Depois disso eu já sabia que meu trabalho estava completo.
Ele _Morreu_. Ele bateu tanto no velho que ele morreu. Hemorragia interna, sei lá. Algo importante (pra ele só) parou de funcionar. A parte boa foi o feriado que ganhei com isso. Consegui ganhar algumas boas partidas no Rocket League. Mãe, depois de me deserdar na família por aparentemente ter destruído a mesma (curiosamente ela _perdeu_ camadas depois disso), ligou pedindo se eu não iria. Respondi que precisava de 6 camadas para atender o pedido e desliguei.
Percebe como todo esse negócio foi saindo do controle? Eu estava me tornando um monstro, fissurado nessa maldição de camadas, saber demais e ser extremamente egoísta. Mas tristemente não foi o fim. Eu ainda tinha uma vida meio que andando. Tinha muitos amigos genéricos com quem poderia as vezes contar.
Conheci esse cara novo que começou a trabalhar comigo no setor de automação, e depois de umas semanas juntos, no demos muito bem. Era alguém muito quieto, notei que praticamente só falava _mesmo_ comigo. Trabalhei bastante em me aprofundar nele. Queria saber qual terrível falha ele tinha. Todos tem. Achar elas era meu hobby. Depois de um bom tempo nisso, me conta que fez a cagada de trair a namorada, com quem muito provavelmente iria casar. Eles terminaram por isso, mas já estava naquela putaria de ‘’estou brava mas quero voltar’’, sabe? Ah, mas que ironia. Mas um adúltero. Mas como esse era gente boa no geral, decidi só ‘’ajudar’’ ele mais uma vez. Voltar não era uma boa ideia, nunca iria se perdoar, iria lembrar do acontecido toda vez que olhasse para ela. O melhor seria partir para outra, e fazer ela achar isso também o certo. Claro, com um empurrãozinho. Fomos em um clube para maiores. Bebi pra krl, nem lembro direito como voltei. Mas não fiquei bobo antes de completar a missão: ele acabou ficando com 3, pegou ali mesmo, uma zona sem tamanho. Obviamente acabaram gravando, o vídeo se espalhou porque alguém saiu mandando pra geral, e virou até notícia. ‘’Noivo diz que não quer voltar fazendo vídeo com acompanhantes’’. É, foi um belo estrago. Mas ele ainda não acha que foi culpa minha, afinal foi a coisa certa. Só teve o infortúnio de sair de dentro daquele recinto.
Mas isso não ficou de graça não, ele me fez pagar, querendo ou não. Em um dia aleatório, enquanto trabalhávamos, conversando sobre nosso amigos, caímos sobre um colega em comum. Eu sempre imaginei que ele era do tipo espertalhão sacana, que é gente boa quando não custa nada mas muda se a coisa começa a custar algo para ele. Ou não pensa em ninguém quando tem chance de se dar bem, independente de se vai ferrar os outros. Nada fora do normal, estava quase no piloto automático falando com o rapaz.
‘’Mas ele é muito filha da mãe, tá pegando a Ms, e fica saindo sem pagar por aí com ela toda hora. Ainda fica com várias outras! Ele não perde uma hahaha’’
Era isso. Eu era só um otário tendo serventia. Ela me alimentava com qualquer merda para que continuasse orbitando ao redor, e ajudando. Fizemos dezenas de trabalhos de faculdade que ‘’precisavam ser entregues no dia e te contei como quem não quer nada’’ e nunca tinha tempo para fazer nada. Realmente, desse jeito não sobra tempo. Isso não iria ficar assim.
Eu lembro exatamente de como me senti naquele dia, me sentia traído, manipulado, fraco. É um grande choque quando se está muito tempo acostumado a ter tudo sobre controle. Devido a estar o tempo todo com aqueles olhos, não podia enxergar que o sacana da história era eu, não tinha nada de errado ali.
Lembro-me que ela falava muito sobre o carro. Pelo que entendi era parte muito importante da vida dela, tanto para trabalhar quanto pelo tanto de histórias que ele tinha e foi parte. Era um bom lugar para investir. Afinal, esse povo me acertava no lugar mais fraco, mentir sobre minha apreciação e importância, nada mais justo que acertar no lugar mais fraco deles também. Pesquisei bastante sobre motores, parte elétrica de carros, felizmente a internet tem conteúdo praticamente infinito, onde você aprende tudo o que quiser, basta procurar. Aprendi a superaquecer o motor. Com isso, com azar (ou sorte para mim) o carro também solta resíduos, que quando tocam alguma parte muito quente do veículo pode entrar em combustão. E para tirar o variável ‘’talvez’’, teria um pouco mais de óleo que o normal. Sem precisar de muito contexto, passei o fim de semana na casa da família dela. Durante a madrugada, depois de todo mundo beber excessivamente e desmaiar nos cantos da casa, peguei a chave do carro e fui fazer uma pequena inspeção. Preparei tudo conforme o planejado, estava tudo pronto. Já havia avisado a Ms que precisaria sair cedo no outro dia. Como combinado, de manhã já estava de pé e estávamos saindo. Todo mundo ainda dormia, ou pra ser mais exato, estava em coma alcóolico. Acho incrível como as pessoas gostam de beber tanto, só pra ficarem mais idiotas e morrer por algumas horas no dia seguinte. Enfim, ela foi para o carro, eu disse que só iria pegar a bolsa e ela já poderia ir ligando o carro.
Ouvi o motor dando a partida, os sons fora do normal e estranhos, levando a um grito de susto até chegar nos pedidos de ajuda. Com toda a pressa do mundo fui ajudar, mas já era tarde demais. O carro tinha virado um bloco gigante de carvão, e não tinha nem mesmo como pegar o extintor lá dentro. Ligamos para os bombeiros e tudo terminou ‘’bem’’. Ela parecia um cadáver. Não falava com ninguém, parecia que tinha perdido um parente. ‘’Bem feito’’ era o que eu dizia pra mim mesmo.
‘’Eu venci.’’
Até agora não sei o que eu venci. Era uma guerra? Uma disputa? O que exatamente eu ganhei com tudo isso? Sinceramente agora nada faz sentido. Se eu soubesse tudo isso, mas sendo outra pessoa, acho que iria matar ela. Mas sou eu, eu fiz tudo isso. Nas últimas semanas antes de ter um colapso mental tive alguns dias me sentindo o soberano, o rei. Havia até achado uma nova pessoa para explorar, e tinha começado a dar os primeiros passos.
Me olhei no espelho, e pela primeira vez percebi algo que esteve o tempo todo ali: Eu só tinha uma camada. O que diabos isso significa? Eu não me conheço?
Comecei a estudar sobre meditação, introspecção e coisas do tipo. Comecei a gastar horas meditando e refletindo, criei gosto por isso. Passei a entender alguns dos motivos pelos quais me sentia mal, por exemplo. Em dado momento surgiu mais uma camada. Quando cheguei a conclusão que eu iria ferrar de uma forma ou outra com a próxima pessoa também, não importasse o que acontecesse. Nessa hora percebi que realmente tinha a ver com o quanto eu me conhecia. E isso significava que eu não sabia _NADA_ sobre mim. Passei a questionar até que ponto eu me iludia das coisas que eu fazia, até onde meus ideais estavam certos. Vendo matérias sobre sociopatas, aprendi que eles também não enxergam o valor nas pessoas, elas são irrelevantes na escala emocional e afetiva. E caramba, eu estava pensando assim! Quanto mais parava para pensar mais me aprofundava nesse espiral de realização de que era uma escória para todos. Fazia reflexões e tirava conclusões sobre meus hábitos, como eu estava passando dos limites em cada situação e não tinha remorso, e em toda nova conclusão, uma camada brotava no meu peito. Eu nunca pensei que entender a mim mesmo fosse a coisa mais aterrorizante de todas.
Agora, que estou sozinho, isolado em um lugar escondido, longe de todos que afetei, espero meu fim. Não quero causar mais nada a ninguém, não quero ver suas camadas, não quero existir. E aqui chegamos ao fim, não sei quando ou onde você acabou lendo isso, mas não se preocupe, provavelmente tudo isso não vai passar de mais uma história absurda em um fórum anônimo.
Pessoas são como cebolas, quanto mais camadas tocar, mais você chora.
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2017.09.04 16:25 sunkarD [Me ajuda, /r/brasil] Parede de Texto > Estou perdido sobre o que fazer, preciso de opiniões de fora para ter mais opções

TL;DR : Sai de uma cidade aonde morava com minha mãe aonde não há empregos na área que eu estudei e fui morar com o meu pai temporariamente, Caso eu não consiga emprego em 1~2 meses terei que voltar a morar com a minha mãe, preciso de opções sobre o que fazer pois não consigo emprego e não quero voltar a morar com ela.
Bom dia/Tarde/Noite a todos, fiquei muitas semanas pensando se eu deveria escrever isso pois não quero parecer mimizento ou algo do tipo, mas chega uma hora que eu tenho que tomar pequenas decisões.
Vou ter que contar uma parte da minha vida vai ser longo, peço perdão por isso, vou tentar ser o mais breve possível.
Desde que eu me recordo por gente eu tive problemas com a minha mãe pois ela me ama com aquele aquele ULTRA PROTETIVO, do tipo qualquer coisa ela é paranoica ao ponto de achar que qualquer coisa vai dar problema. Então tive problemas do tipo se eu quisesse sair de casa para comprar um pão na padaria ali na esquina eu não podia, passeios da escola eram complicados, nunca fui em "balada/matinê" coisas do tipo, trabalho na casa de amigos? Era um inferno, tive muito problema com isso durante período escolar. Eu ACHO que vivendo assim por tanto tempo com me fez ser uma pessoa anti-social e introvertido (Tenho dificuldades para conversar com outras pessoas / fazer amizades)
Quando terminei o colegial (Realmente não sei como consegui passar em algumas matérias, tipo Química e Matemática), fui 'obrigado' a fazer a faculdade logo em seguida, pois por meus pais serem separados minha mãe fez uma pressão para que eu fizesse alguma faculdade para continuar recebendo pensão do meu pai por estar estudando (Era o que ela dizia), eu SEMPRE quis fazer algo relacionado a Agricultura ou Pecuária pois sempre quis viver no campo ou algo assim (Ainda penso nesse estilo de vida), porém NUNCA que eu o filho caçula (3 Filhos no total, 2 são mulheres) iria poder sair debaixo das Asas dela, acabei cedendo por não ter 'forças' para brigar com ela. Decidi fazer Desenvolvimento de jogos (Minha paixão é jogar então pensei que seria algo que eu ia gostar) porém a faculdade que era a mais próxima de casa (Sim até nisso tava foda, tinha que ser uma faculdade perto de casa para ela me levabuscar o máx que consegui fazer era ir pra faculdade de metrô mas mesmo assim após muita briga) não tinha fechado a turma para a matéria, então tive que escolher outra matéria.
Acabei escolhendo Gerenciamento de Redes de Computadores, no último ano consegui um estágio para uma empresa grande ( No qual um amigo na época trabalhava) porém só consegui ficar 2 meses lá, pois era muito 'longe' para a minha mãe ficar me levando/buscando (Pois é... FODA). No fim um outro amigo me deu uma oportunidade de emprego num local mais próximo aonde eu conseguiria fazer o estágio e ivir sem precisar de ninguém pois era próximo ao metrô (Metrô foi minha salvação e condenação, direi o porque em breve). O trabalho na época era tranquilo, porém com o passar do tempo tinha vezes que eu precisava ficar após o expediente ou quando eu queria conversar um pouco com os outros funcionários e ficava no bar e isso era UMA MERDA, pois a cada 10~15 minutos minha mãe ligava perguntando aonde eu tava / o que eu estava fazendo (Ela tava preocupada comigo, eu sei. Não era maldade, MAS ERA HORRÍVEL PRA MIM ter ela sempre me "vigiando", tinha vergonha porque as pessoas ao meu redor notavam como eu era vigiado).
Nesse meio tempo concluí a faculdade, porém eu não fiz a colação de grau que era exigida para retirar o diploma... Porque justamente era necessário ir na festa de formatura realizar esse ato de colação para ter o diploma (Sair de noite para ir na festa e fazer a colação??? Quem dera...) Tá certo que até hoje nunca precisei apresentar diploma, MAS NÉ... (Já sei como conseguir o diploma atualmente, porém não tenho condições para fazer)
Depois de um tempo acabei indo trabalhar em outra empresa relacionada ao metrô, então novamente estava eu lá sempre utilizando o metrô para trabalhar e voltar pra casa. Aqui foi o meu erro, eu me acostumei a andar de metrô, achava que tudo o que eu precisaria fazer era só saber usar ele e que tudo daria certo durante o resto da minha vida. Acabei que não fui tirar minha habilitação de carro (MAIOR ERRO DA MINHA VIDA, QUEM ESTIVER LENDO, POR FAVOR SE VC TIVER CONDIÇÕES TIRA ESSA CARTA DE MOTORISTA, MESMO QUE VOCÊ NÃO TENHA CARRO).
Após alguns eventos na minha família, acabei me mudando com a minha mãe e a parceira dela (Parceira da minha mãe É MUITO AMIGA, considero realmente como uma 2ª Mãe, ela é gente boa pra caramba e sempre "brigou" por mim) para uma cidadezinha do interior de São Paulo, Ali minha vida desandou totalmente, os poucos amigos que eu tinha quando morava em São Paulo (2 pra ser exato, mas gosto muito deles ainda. Tenho contato com 1 deles quase que diariamente graças a jogos online / chat de voz), agora estavam longe. Fui pra uma cidade que não conhecia ninguém e pra piorar tudo o que eu trabalhei ou sabia trabalhar com não era útil naquela cidade, pois não era uma cidade que tinha área tecnológica, passei uns anos desempregado lá vivendo com elas.
Acabei que reuni forças não sei da onde para falar com a minha mãe que iria morar com meu pai para procurar um emprego, Foi uma briga complicada que levou dias, no fim eu "consegui" a aprovação, pois ela viu que seria melhor pra mim me mudei para Santos, fiquei uns 4~5 meses aqui e consegui emprego, porém eu fiz outra cagada na vida... eu sai do emprego e >Voltei< a morar com ela, Deixe-me explicar o porquê. A idéia de sair para pegar o emprego foi, por causa de um primo que ia se mudar para os Estados Unidos e ele falou que ia me ajudar a ir pra lá. (Fui inocentão comprado com a idéia de morar totalmente fora daqui), quando voltei para a casa da minha mãe para começar a organizar as coisas para viajar pra fora houve um problema com meu primo o que fez com que ele não fosse e eu acabei ficando na casa da minha mãe mesmo. O tempo foi passando e o dinheiro que eu juntei também, maioria do dinheiro foi embora pra pagar plano de saúde /tarifa bancária e essas coisas que te suga o dinheiro e vc nem sabe da onde, além do fato que meus dentes do siso terem me feito gastar tudo o que juntei.
E fiquei nessa, o que eu fazia o resto do tempo era simplesmente me isolar no quarto e ficar o dia inteiro no computador fugindo da realidade e querendo evitar contato ao máximo com o "mundo externo" enquanto procurava emprego e tudo mais.
Recentemente houve um outro "surto meu de não aguentar mais viver lá", daquela forma e eu quero ter minha 'liberdade'. Decidi pegar minhas coisas e voltei a morar em Santos com o meu pai, mas tem um porém. Ele falou que não iria me sustentar ( O que acho justo, pois um cara quase aos 30 anos sendo sustentado pelos pais é meio 'complicado' na minha opinião) e foi fazer uma viagem que já havia programado.
Havia 1 condição para eu poder permanecer aqui até ele ir viajar que era arranjar um emprego, bem... eu consegui arranjar um emprego em 1 semana após mudar pra cá, Fiquei trabalhando numa loja de artigos de informática como vendedor de loja, trabalhei para o cara durante uma semana aonde no fim o cara me demitiu (e os outros funcionários, pq ele era um babaca que só precisava de uns troxas para trabalhar para ele enquanto a mulher dele estava doente), não me pagou nada, além de eu ter que ter aguentado várias humilhações ali e ser maltratado e tudo mais (Por favor, não destratem os atendentes de loja, eles já passam por muitos problemas para estar trabalhando lá e tentar te atender com um sorriso, mas nem sempre é possível, tenham empatia com eles), conversei com meu pai e ele "permitiu" que eu ficasse aqui pois ele viu que eu estava me esforçando.
Agora finalmente terminando a história, eu estou aqui. Morando sozinho em Santos temporariamente com R$0,00 no banco. Apenas com uns R$250,00 que meu pai deixou para comprar comida e usar o dinheiro para me locomover até os locais de entrevista (Enquanto estava escrevendo esse texto 2 empresas me ligaram para agendar entrevista amanhã, mas não sei se irei conseguir (1 Vaga para Telemarketing e 1 Vaga para Vendedor Imobiliária.) Caso eu não consiga emprego até o dia que ele voltar de viagem eu simplesmente vou ter que voltar a morar com a minha mãe e eu SEI que se eu voltar pra aquela cidadezinha do interior eu tô ferrado pois além de eu não conseguir emprego eu acho que a minha vida vai voltar a ser sugada e vou me isolar novamente.
Eu fico pensando realmente o que fazer, pois eu já mandei currículo para várias empresas e diversos cargos (Desde Faxineiro, até Suporte Técnico, Designer Gráfico e afins) e se eu não conseguir não sei como lidar com a situação (Não, não vou dar um Game Over em mim). No fim eu só queria trabalhar, juntar meu dinheiro para pagar minhas contas e ficar no computador jogando com meus amigos (Que é uma habilidade que eu descobri que tenho que é conseguir ficar por 12horas ou mais jogando... Quem dera se eu conseguisse ganhar dinheiro fazendo Stream / Vídeos, porém meu notebook não aguenta...Pra mim é frustrante isso de não conseguir fazer dinheiro com isso).
Uma coisa que me veio na cabeça agora é se eu tivesse como viver naquelas fazendas/sítios de colab ou algo assim, eu li em algum lugar. Ou viver em algum lugar comunitário mais natural,sei lá... tô tentando abrir minha cabeça para novos estilos de vida.
Desculpa o texto longo, sintam-se a vontade para falar o que quiserem, seja positivo, negativo, hate, troll, alguma idéia, Oferecer vaga de emprego, ou qualquer coisa.
Obrigado.
Edit: Foi meu 1º Post no Reddit, desculpe o Título repetido, eu não sabia por Flair.
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